quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Resenha: Jogos de empresas: Criando e implementando um modelo para simulação de operações logísticas.

Nesse artigo é citado como é possível vincular um jogo de interface simples a realidade do mercado, com operações básicas da logística no momento em que vivemos, colocando em jogo seis empresas para disputar um mesmo segmento de mercado, onde todos os jogadores interagem simultaneamente, sendo através de uma rede interna, ou até mesmo pela Internet.

Com o intuito de aprendizagem os jogos de simulação de ambientes de trabalho já são usados desde a década de 60, chegando aqui no Brasil por volta da década de 70, isso seja no ensino escolar, ou até mesmo em empresas, porém nas empresas desde então é mais utilizado em treinamentos, assim mostrando a capacidade de reação do funcionário quando se vê a frente de problemas no dia-a-dia, mas com um porém, ele tem a oportunidade de errar e voltar atrás, onde no mercado isso seria provavelmente irreversível.

O enredo do LOG-IN decorre com um administrador e até seis jogadores, esses que brigam entre si para cada vez mais morder uma fatia maior da demanda imposta pelo administrador do jogo, além do controle da demanda o administrador também tem a liberdade de alterar de adicionar obstáculos para os seus “fornecedores”. Isso faz com que o jogo se torne bem dinâmico e imparcial, por tanto aquele que tem apenas uma estratégia de jogo (mesmo sendo a melhor estratégia), pode ver o jogo virar em apenas uma rodada.

Em atuação prática o jogo se mostrou eficiente no aprendizado, um grupo de engenheiros de produção, trainees da Petrobrás foram convidados a jogar entre si, e depois foram submetidos a fazer um questionário, com o intuito de mostras o que o LOG-IN agregava a nível pedagógico em seus jogadores, o resultado foi muito promissor, todos os questionários foram totalmente respondidos, e foi obtido 44,8 pontos total de 50, ou seja 89,6% de acerto.

Em comparação do LOG-IN com o Jogo do Mc Donald’s, é possível analisar que apesar do jogo do Mc Donald’s que ambos tem o mesmo intuito, que é mostrar que no mercado real você tem que ser o mais ágil possível, pois um descuido o seu concorrente já tomou seu espaço, mesmo o jogo do Mc Donald’s não tendo um concorrente direto é fácil relacionar os dois games, exemplo claro é como você lida com a demanda de seu produto.

Referência:
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA (Brasil) (Org.). Revista Produção On line: Jogos de empresas: Criando e implementando um modelo para simulação de operações logísticas. Florianópolis, 2006. 25 p. Disponível em: .

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