Com o intuito de aprendizagem os jogos de simulação de ambientes de trabalho já são usados desde a década de 60, chegando aqui no Brasil por volta da década de 70, isso seja no ensino escolar, ou até mesmo em empresas, porém nas empresas desde então é mais utilizado em treinamentos, assim mostrando a capacidade de reação do funcionário quando se vê a frente de problemas no dia-a-dia, mas com um porém, ele tem a oportunidade de errar e voltar atrás, onde no mercado isso seria provavelmente irreversível.
O enredo do LOG-IN decorre com um administrador e até seis jogadores, esses que brigam entre si para cada vez mais morder uma fatia maior da demanda imposta pelo administrador do jogo, além do controle da demanda o administrador também tem a liberdade de alterar de adicionar obstáculos para os seus “fornecedores”. Isso faz com que o jogo se torne bem dinâmico e imparcial, por tanto aquele que tem apenas uma estratégia de jogo (mesmo sendo a melhor estratégia), pode ver o jogo virar em apenas uma rodada.
Em atuação prática o jogo se mostrou eficiente no aprendizado, um grupo de engenheiros de produção, trainees da Petrobrás foram convidados a jogar entre si, e depois foram submetidos a fazer um questionário, com o intuito de mostras o que o LOG-IN agregava a nível pedagógico em seus jogadores, o resultado foi muito promissor, todos os questionários foram totalmente respondidos, e foi obtido 44,8 pontos total de 50, ou seja 89,6% de acerto.
Em comparação do LOG-IN com o Jogo do Mc Donald’s, é possível analisar que apesar do jogo do Mc Donald’s que ambos tem o mesmo intuito, que é mostrar que no mercado real você tem que ser o mais ágil possível, pois um descuido o seu concorrente já tomou seu espaço, mesmo o jogo do Mc Donald’s não tendo um concorrente direto é fácil relacionar os dois games, exemplo claro é como você lida com a demanda de seu produto.
Referência:
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA (Brasil) (Org.). Revista Produção On line: Jogos de empresas: Criando e implementando um modelo para simulação de operações logísticas. Florianópolis, 2006. 25 p. Disponível em:

